
Os primeiros animais de estimação electrónicos foram criados em 1980. A série PETSTER foi criada pela AVALON, incorporando características como jogos, resposta ao estalar de mãos e alguma autonomia por parte do brinquedo dando a sensação de vontade própria.
A verdadeira fronteira desta industria foi quebrada em 1996 pela Bandai ( criadores dos Power Rangers) com a introdução do TAMAGOTSHI no mercado. Este "amigo ovo" vendeu 40 milhões de unidades em mais de 30 países e gerou um fenómeno de massa.
Seguidamente surge o FURBY um animal peludo com uma linguagem própria capaz de interagir com outros FURBYS. As suas capacidades iam melhorando ao longo do tempo.
É um 1999 que a SONY revoluciona o mercado com o AIBO, o cão electrónico.
A inteligência artificial do AIBO ( Artificial Inteligente roBOt) permite-lhe aprender e evoluir uma personalidade própria modelada pelo dono.
Reage a emoções e têm necessidades como protecção e afecto. Os seus movimentos animados são até agora os melhores da robótica comercial
Em 2005 a SONY anuncia que iria parar a produção dos AIBO devido a reestruturação financeira.
Estudos científicos demonstram que os donos dos AIBO sofrem de menos stress e depressão e criam laços afectivos com o robot da mesma maneira que criariam com um animal verdadeiro. Estes estudos levaram à criação de outros animais electrónicos que ajudavam na companhia e recuperação de idosos provando que a actividade cerebral deste grupo aumentava 50% após 20min de interacção com o PARO ( nome do respectivo robot).
Depois do AIBO não pararam de surgir outros robots de estimação mas sem nunca igualarem as capacidades e custos de produção deste.
Este mês a ultima geração de robots de estimação entraram em produção sendo talvez os primeiros a realmente rivalizarem com o AIBO.
PLEO ( dos mesmos criadores de FURBY) é um dinossauro baseado num dinossauro bebé, o camarasaurus e irá crescer e aprender durante a sua vida. Depois de uma fase inicial de "incubação" o PLEO entra em modo 'puppy', altura em que está mais receptivo a aprender novos comportamentos. Algumas semanas depois torna-se adolescente uivando para o céu e cheirando o ar, provavelmente procurando companhia :). A sua fase final é a maturidade, a sua voz fica mais grave e a sua personalidade define-se.
O PLEO possui sensores de movimento que lhe permitem reagir ao toque, sensores de força que o avisam do uso de força como por exemplo puxar-lhe uma pata, o engraçado desta característica é que o robot reage com "dor" e poderá eventualmente coxear, voltando ao estado normal depois de ser apaparicado e tratado pelo dono. Contem também sensores de som e movimento permitindo-lhe uma melhor interacção com o meio.
O que separa o PLEO dos outros animais electrónicos é a sua surpreendente personalidade, atenção e emoção.
Este brinquedo tecnológico custa por volta dos $350
http://www.youtube.com/watch?v=94CBFuFgqS0
Para informações mais detalhadas visitem o site oficial:
http://www.pleoworld.com/
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